Acordei me sentindo delicada. E sentindo a delicada fúria de estar viva e de ser humana. E quanto de sangue e de medo existe nisso... e o quanto de desejo de apreender o equívoco existe nisso. E o que não se pode dominar com palavras, e que escapa pelos intervalos de tempo entre o que sou e o que penso, e a intangibilidade das coisas que sinto... tudo isso existe no querer decifrar a vida.
Acordei decifrando enigmas.
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